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Apresentação:  

«Criança ferida, criança que fere»

« Retour au centre de moi-même »

Os pais adotivos ou as famílias encarregadas de acolher crianças anteriormente abandonadas, rejeitadas, maltratadas ou abusadas não são responsáveis pelos problemas que elas apresentam, mas sim por colocarem à sua disposição tudo o que puderem para ajudá-las a se recuperarem e a se tornarem adultas honestas e capazes de amar.

Essas crianças chegam à casa das famílias acolhedoras ou dos pais adotivos com ferimentos invisíveis em consequência de suas experiências precoces traumatizantes. Para alguns pais, o sonho de receber uma criança em seu lar torna-se um pesadelo. Entretanto, ocorre que para as pessoas de fora do círculo familiar, a criança parece estar saudável fisicamente e mentalmente; mas os pais – que estão mais próximos – observam, com certa frequência, comportamentos extremamente perturbados e perturbadores.

Geralmente, os métodos educativos convencionais não surtem efeitos em crianças com transtornos de vínculos afetivos, porque elas possuem grandes dificuldades de comportamento. Para conseguirem se recuperar, elas necessitam de pais capazes de dominar ferramentas e técnicas especializadas aplicadas de maneira empática e amorosa.

Tive a sorte de encontrar essas ferramentas após vários anos de pesquisas e de fracassos com outras abordagens menos indicadas para tal problemática. Gostaria de apresentá-las seguidamente a fim de que essas crianças possam, finalmente, receber o amor que há muito tempo os pais tentam lhes dar.

A sua eficácia é maior em crianças que ainda não atingiram a puberdade, pois o jovem procura mais o desvinculo, sob forma de independência, do que o vínculo afetivo. Por essa razão, para utilizá-las com um adolescente, ele deve, primeiramente, solicitar ajuda – e é necessário que esteja muito motivado para obter êxito.

A taxa de sucesso da terapia dos vínculos afetivos com adolescentes se mostra menor do que com crianças, porém apresenta bons resultados ocasionalmente.

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«Criança ferida, criança que fere»

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